No dia da despedida da Sophy (sempre ela!), tentamos reunir todo mundo em um famoso boteco do Leblon, mas um dilúvio castigou o Rio e não teve jeito: o bar estava lotado de gente fugindo da chuva, tivemos que lançar um plano B.
Como não tínhamos um plano B, improvisamos um. Fomos todos para o único lugar com mesas disponíveis, do outro lado da rua, uma dessas casas de suco que por acaso vendia cerveja. Mas... não tinha banheiro.
A solução foi usar o banheiro do barzinho do lado, que estava inaugurando naquele mesmo dia.
Fomos então, Sophy e eu, com toda cara-de-pau que Deus no deu, usar o toilette do nosso vizinho. Chegando lá, encontrei um superamigo de faculdade.
Beta: Querido, quanto tempo! Que bom te ver!
Amigo: Beta, que ótimo te encontrar! Você está aqui?
Beta: Nada, menino. Não conta pra ninguém, mas só viemos usar o banheiro. Nem estamos aqui, não.
Amigo: (franze a testa e faz uma cara estranha)
Beta: O que foi?
Amigo: Nada, é que esse bar é meu.
Antes que eu pudesse esboçar qualquer reação, Sophy entra na conversa:
- Parabéns pelo restaurante! Seu banheiro é ótimo!
Santa espontaneidade inglesa.
Como não tínhamos um plano B, improvisamos um. Fomos todos para o único lugar com mesas disponíveis, do outro lado da rua, uma dessas casas de suco que por acaso vendia cerveja. Mas... não tinha banheiro.
A solução foi usar o banheiro do barzinho do lado, que estava inaugurando naquele mesmo dia.
Fomos então, Sophy e eu, com toda cara-de-pau que Deus no deu, usar o toilette do nosso vizinho. Chegando lá, encontrei um superamigo de faculdade.
Beta: Querido, quanto tempo! Que bom te ver!
Amigo: Beta, que ótimo te encontrar! Você está aqui?
Beta: Nada, menino. Não conta pra ninguém, mas só viemos usar o banheiro. Nem estamos aqui, não.
Amigo: (franze a testa e faz uma cara estranha)
Beta: O que foi?
Amigo: Nada, é que esse bar é meu.
Antes que eu pudesse esboçar qualquer reação, Sophy entra na conversa:
- Parabéns pelo restaurante! Seu banheiro é ótimo!
Santa espontaneidade inglesa.

